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ORIGEM DA FAMÍLIA ALVES BRANCO
Importante
família estabelecida na Bahia. A união dos dois
sobrenomes teve princípio em Domingos Branco, que deixou
numerosa descendência de seu casamento, por volta de 1720,
com Inês Álvares - ambos naturais da Bahia. Entre os
ramos desta família, registra-se o de João Alves Branco,
que deixou geração do seu casamento com Ana Joaquina de São
Silvestre. Foram pais do Visconde de Caravelas -
detalhes abaixo. Nobreza Titular: Cons. Manuel Alves
Branco [07.06.1797, BA - 13.07.1855, em sua chácara
«Monte d’Ouro», nos arredores de Niterói, RJ], filho do
casal João e Ana Joaquina, bacharel em Direito. Contador
geral interino do Tribunal do Tesouro Público [Dec.
04.01.1832]. Deputado à Assembléia Geral, pela Bahia
[1830-1833]. Senador do Império [BA-1837], Ministro da
Justiça [1835 e 1844], dos Estrangeiros [1835], do
Império [1837, 1845 e 1847], e da Fazenda [1837, 1839,
1844, 1845 e 1847]. Presidente do Conselho [1847 e
1848]. Redator do Código do Processo Criminal e um dos
colaboradores do Ato Adicional de 1834. Agraciado com o
título [02.12. 1854] de visconde (2.º) com honras de
grandeza de Caravelas. Deixou geração do seu casamento com
Joana Carneiro de Campos [- d.1860], viscondessa de
Caravelas, filha de Joaquim Carneiro de Campos e de
Maria Pereira de Morais Campillo, e neta paterna do
negociante José Carneiro de Campos, patriarca da família
Carneiro de Campos (v.s.), da Bahia. Um de seus ramos se
estabeleceu no Rio Grande do Sul, para onde passou o
tenente-coronel Anselmo Alves Branco Muniz Barreto, que
inicialmente esteve no Uruguai, onde deixou um filho, em
1830, de seu casamento. com Maria da Conceição Catão, que
ficou estabelecido em Bagé, RS. O mesmo tenente-coronel
Anselmo, teve outro filho, nascido no Mato Grosso, em
1845, que também se estabeleceu em Bagé.

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